28/09/2019
24/09/2019
10/09/2019
03/08/2019
23/07/2019
18/07/2019
REPORTAGEM - CR119
CONDE REDONDO
Prédio em Lisboa na Rua Conde de Redondo
Arquitectura: Luisa Bebiano
Colaboração: Ivo lapa, Mário carvalhal, Teresa Silvestre, Rui Santos, Sabina Karamehmedovic
Especialidades: ECA Projectos
Fotografias de Obra: Eduardo Nascimento (Do Mal o Menos)
Mobiliário: A Linha da Vizinha
Ver reportagem completa em https://luisabebiano.blogspot.com/p/architecture.html
Prédio em Lisboa na Rua Conde de Redondo
Arquitectura: Luisa Bebiano
Colaboração: Ivo lapa, Mário carvalhal, Teresa Silvestre, Rui Santos, Sabina Karamehmedovic
Especialidades: ECA Projectos
Fotografias de Obra: Eduardo Nascimento (Do Mal o Menos)
Mobiliário: A Linha da Vizinha
Ver reportagem completa em https://luisabebiano.blogspot.com/p/architecture.html
16/07/2019
08/07/2019
PRÉMIO VILALVA
PRÉMIO VILALVA
Cerâmica Antiga de Coimbra
2 de Julho de 2019
Cerâmica Antiga de Coimbra
2 de Julho de 2019
Fotografia ©Fundação Calouste Gulbenkian
Fotografia ©Fundação Calouste Gulbenkian
Fotografia ©Fundação Calouste Gulbenkian
"O arquiteto não é aquele que constrói edifícios. O arquiteto é aquele que sabe ouvir as pessoas e os sítios. E a nossa melhor tarefa, enquanto projetistas, é descobrir, muito mais do que a forma, a essência e o espírito que encerra todos os lugares. É preciso conviver com vários estados do tempo, fazer conviver o tempo sobre os materiais e tornar a arquitetura uma coisa emocionante, para que ela possa transformar vidas e vivências.
(...)
Obrigada à Fundação Calouste Gulbenkian, ao Prémio Vilalva e ao Júri, por nos ter proporcionado este momento e este reconhecimento de que a arte, a cultura, a arquitetura e a vida, são coisas ligadas entre si, e a nossa verdadeira essência."
Obrigada à Fundação Calouste Gulbenkian, ao Prémio Vilalva e ao Júri, por nos ter proporcionado este momento e este reconhecimento de que a arte, a cultura, a arquitetura e a vida, são coisas ligadas entre si, e a nossa verdadeira essência."
28/06/2019
20/06/2019
LOJA COSTA NOVA
REPORTAGEM FOTOGRÁFICA
Loja Costa Nova, Lisboa
Fotografias do Mal o Menos (Eduardo Nascimento)
Projeto em co-autoria com João Mendes Ribeiro
Loja Costa Nova, Lisboa
Fotografias do Mal o Menos (Eduardo Nascimento)
Projeto em co-autoria com João Mendes Ribeiro
11/06/2019
06/06/2019
CR119
RECUPERAÇÃO E RECONVERSÃO DE PRÉDIO EM LISBOA
Brevemente reportagem de Eduardo Nascimento
Brevemente reportagem de Eduardo Nascimento
Fotografia de Eduardo Nascimento
27/05/2019
25/05/2019
20/05/2019
06/05/2019
05/05/2019
MÃE
No sorriso louco das mães batem as leves
gotas de chuva. Nas amadas
caras loucas batem e batem
os dedos amarelos das candeias.
Que balouçam. Que são puras.
Gotas e candeias puras. E as mães
aproximam-se soprando os dedos frios.
Seu corpo move-se
pelo meio dos ossos filiais, pelos tendões
e órgãos mergulhados,
e as calmas mães intrínsecas sentam-se
nas cabeças filiais.
Sentam-se, e estão ali num silêncio demorado e apressado
vendo tudo,
e queimando as imagens, alimentando as imagens
enquanto o amor é cada vez mais forte.
E bate-lhes nas caras, o amor leve.
O amor feroz.
E as mães são cada vez mais belas.
Pensam os filhos que elas levitam.
Flores violentas batem nas suas pálpebras.
Elas respiram ao alto e em baixo. São
silenciosas.
E a sua cara está no meio das gotas particulares
da chuva,
em volta das candeias. No contínuo
escorrer dos filhos.
As mães são as mais altas coisas
que os filhos criam, porque se colocam
na combustão dos filhos, porque
os filhos estão como invasores dentes-de-leão
no terreno das mães.
E as mães são poços de petróleo nas palavras dos filhos,
e atiram-se, através deles, como jactos
para fora da terra.
E os filhos mergulham em escafandros no interior
de muitas águas,
e trazem as mães como polvos embrulhados nas mãos
e na agudeza de toda a sua vida.
E o filho senta-se com a sua mãe à cabeceira da mesa,
e através dele a mãe mexe aqui e ali,
nas chávenas e nos garfos.
E através da mãe o filho pensa
que nenhuma morte é possível e as águas
estão ligadas entre si
por meio da mão dele que toca a cara louca
da mãe que toca a mão pressentida do filho.
E por dentro do amor, até somente ser possível
amar tudo,
e ser possível tudo ser reencontrado por dentro do amor.
Herberto Helder, "A Fonte"
01/05/2019
SE ME EMPURRARES EU VOU
"(...)
imaginário ouro se te amo se te amo na decadência
arranco o coração e o mordo à tua porta
que todas as avenidas conhecem seja a boca seja o
espírito seja a evidência do amor e do ciúme provocador dos quadris
dos anjos onde tudo começa
(...)
o desespero é só uma palavra na inocência da loucura."
poema vivo, Maria Quintans
Assírio e Alvim, Fevereiro 2019
imaginário ouro se te amo se te amo na decadência
arranco o coração e o mordo à tua porta
que todas as avenidas conhecem seja a boca seja o
espírito seja a evidência do amor e do ciúme provocador dos quadris
dos anjos onde tudo começa
(...)
o desespero é só uma palavra na inocência da loucura."
poema vivo, Maria Quintans
Assírio e Alvim, Fevereiro 2019
26/04/2019
FÁRBICA NO DEZEEN
DEZEEN
MOST POPULAR IN DEZEEN
https://www.dezeen.com/2019/04/25/old-ceramic-society-coimbra-luisa-bebiano-portugal/
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