19/04/2026

STILLE

RODAGEM "STILLE"

23.03.2026 a 29.03.2026

Produção e realização: Isabela Vaz

Direção de Arte: Luisa Bebiano

Primeiro Assistente de Arte: Nuno Alves de Lima

Direção de Fotografia: Paulo Castilho

Making Off: Emanuel Santos








Uma mulher vive numa rotina meticulosamente controlada, marcada pelo silêncio, pela estranheza e desconforto com o contacto humano. O mundo parece-lhe tolerável apenas dentro dos limites rígidos que construiu. Mas um acontecimento inesperado começa a minar esse frágil equilíbrio. O corpo que antes era extensão da sua ordem começa a revoltar-se e o seu mundo arrumado e metódico começa a fragmentar-se, a estilhaçar, até que, no contacto inevitável com uma nova realidade, algo parece mudar.



"A câmara observa esta mulher: os planos fixos, longos e travellings lentos, que permitem ao espectador entrar no seu tempo interior, prende-lo ao impacto da rotina da personagem, sem espaço para quebrar. Estes travellings longos surgem como gestos de observação que reforçam a sensação de tempo suspenso. Mas apesar da câmara manter uma distância observacional, há momentos no ponto de colapso emocional em que a proximidade do plano se torna absolutamente intima, criando uma intimidade forçada com esta mulher que começa a perder controlo dos seus limites."



"(...) será um filme sobre a dificuldade e a beleza de abrir uma fissura na pele rígida das emoções contidas, nos papéis de parede que esta mulher foi colando ao corpo para se suster no desconforto do mundo, e de permitir que o mundo entre — ainda que apenas por uma pequena mão."


Fotografias de Emanuel Santos

25/02/2026

PRÉMIOS SOPHIA

 


Lídia não sabe o que fazer com a vida que nasceu dentro dela: 
não consegue lidar com as expectativas, não se sente capaz de ser uma boa mãe, 
não reconhece o seu corpo, foge de casa e do namorado. Lauro, seu irmão, trabalha numa agência funerária. 
Está divorciado, cuida do filho e não sabe o que fazer com a sua bissexualidade. Os irmãos mal se viram durante anos, mas os seus problemas aproximam-nos 
e juntos terão a coragem de reinventar as suas vidas e sair dos impasses.



Um drama íntimo sobre um veterano da guerra colonial forçado a entrar num lar de idosos, 
onde enfrenta os fantasmas do seu passado e forma um vínculo inesperado com a sua cuidadora negra.


Estes dois filmes
“Noites Claras” de @monteiropaulofilipe
com produção @ukbarfilmes
e
“A Memória do Cheiro das Coisas” de @toniferrino
com produção @personanongratapictures
Estão a votação para as nomeações para os Prémios Sophia, em várias categorias, 
incluindo melhor Direção de Arte de @luisabebiano_studio e @marioandrecarvalhal
.
Se ainda não votaram, ainda vão a tempo!
Para quem é sócio da Academia Portuguesa de Cinema, vejam os filmes e votem!


23/12/2025

06/11/2025

A MEMÓRIA DO CHEIRO DAS COISAS

A PARTIR DE DIA 6 DE NOVEMBRO EM TODOS OS CINEMAS


A MEMÓRIA DO CHEIRO DAS COISAS
PORTUGAL / BRASIL , 2025, 96 min. Drama
Um filme de António Ferreira

Um drama íntimo sobre um veterano de guerra colonial, forçado a entrar num lar de idosos, 
onde enfrenta os fantasmas do seu passado e forma um vínculo inesperado com a sua cuidadora negra.

Concept Design - Luísa Bebiano
Direção de Arte - Mário Carvalhal
Produção - Persona Non Grata Pictures

03/11/2025

10 FILMES - 15 ANOS

Aula no Departamento de Arquitetura da Universidade de Coimbra

a convite de Desirèe Pedro


18/10/2025

MEMÓRIA DO CHEIRO DAS COISAS





Realização: António Ferreira
Direção de Fotografia: Leandro Silva
Direção de Arte: Luisa Bebiano e Mário Carvalhal
Produção: Persona Non Grata Pictures

15/10/2025

CASA EM TAVEIRO

Fotografia de Luisa Bebiano

03/08/2025

EXPOSIÇÃO MUNDIAL DE OSAKA

THE FUTURE IS NOW

Curadoria de Andreia Garcia

Pavlilhão de Portugal na Exposição Mundial de Osaka



THE FUTURE IS...


Fotografias de Luisa Bebiano no dia da inauguração

21/07/2025

EXPOSIÇÃO MUNDIAL DE OSAKA

"The Future is now"

Representação da arquitetura portuguesa na exposição mundial de Osaka

Curadoria de Andreia Garcia

Frame de parte do vídeo de divulgação
Casa da Bica Debaixo

"Num momento tão incerto, com uma política geoestratégica que assenta apenas no capital e não na felicidade do Homem, eu não estou muito otimista. O futuro próximo será distópico.

 

A palavra que escolho, é uma palavra composta: “não-lugar”. Esta palavra tem um duplo sentido: o “não lugar” de Marc Augé”, numa sociedade em que a nossa alienação à natureza e à comunidade é muito grande, onde os lugares serão repetidos, em série, pré-fabricados, num espaço sem alma, como refere Baudelaire ou Walter Benjamim e o "não lugar" como algo que ainda não existe.


Os lugares de um futuro próximo poderão estar ausentes de memória, atmosfera, e de vivências. Lugares descartáveis, de consumo rápido de uma vida apressada do quotidiano, onde a vida, a real e virtual, podem não melhorar e agudizar-se naquilo que tem de menos positivo. A nossa vida virtual está a vencer-nos, a retirar-nos o espaço da vivência ao retirar o espaço do percurso até ao destino.

No entanto, a falta de sentimento de pertença é tanta, que julgo que este modelo de sociedade irá entrar em falência. E nessa altura, o futuro será comunitário, igualitário e mais humano. Onde ainda compreenderemos a humanidade como uma única família, onde as fronteiras serão esbatidas e os genocídios não se perpetuarão, como acontece nos tempos obscuros que correm.

 

“A arte serve para tornar as pessoas livres”.

Joseph Beys

 

        Dando um segundo significado à palavra “não-lugar”, remeto-a para a sua origem, escrita pela primeira vez por Thomas More. As duas palavras que deram origem à palavra UTOPIA: "u-topos" (em grego),  significam "não-lugar", "lugar inexistente" ou "bom lugar".

        Eu escolho o "bom lugar", como a utopia do futuro."



       
Frames de partes do vídeo de divulgação

05/07/2025

CASA EM CASCAIS

CASA NA QUINTA DA MARINHA

Com Sabina Karamehmedovic