luisa bebiano | architect
10/05/2026
19/04/2026
STILLE
RODAGEM "STILLE"
23.03.2026 a 29.03.2026
Produção e realização: Isabela Vaz
Direção de Arte: Luisa Bebiano
Primeiro Assistente de Arte: Nuno Alves de Lima
Direção de Fotografia: Paulo Castilho
Making Off: Emanuel Santos
Uma mulher vive numa rotina meticulosamente controlada, marcada pelo silêncio, pela estranheza e desconforto com o contacto humano. O mundo parece-lhe tolerável apenas dentro dos limites rígidos que construiu. Mas um acontecimento inesperado começa a minar esse frágil equilíbrio. O corpo que antes era extensão da sua ordem começa a revoltar-se e o seu mundo arrumado e metódico começa a fragmentar-se, a estilhaçar, até que, no contacto inevitável com uma nova realidade, algo parece mudar.
"A câmara observa esta mulher: os planos fixos, longos e travellings lentos, que permitem ao espectador entrar no seu tempo interior, prende-lo ao impacto da rotina da personagem, sem espaço para quebrar. Estes travellings longos surgem como gestos de observação que reforçam a sensação de tempo suspenso. Mas apesar da câmara manter uma distância observacional, há momentos no ponto de colapso emocional em que a proximidade do plano se torna absolutamente intima, criando uma intimidade forçada com esta mulher que começa a perder controlo dos seus limites."

25/02/2026
PRÉMIOS SOPHIA
“Noites Claras” de @monteiropaulofilipe
com produção @ukbarfilmes
e
“A Memória do Cheiro das Coisas” de @toniferrino
com produção @personanongratapictures
Estão a votação para as nomeações para os Prémios Sophia, em várias categorias,
.
Se ainda não votaram, ainda vão a tempo!
Para quem é sócio da Academia Portuguesa de Cinema, vejam os filmes e votem!
09/02/2026
23/12/2025
06/11/2025
A MEMÓRIA DO CHEIRO DAS COISAS
A PARTIR DE DIA 6 DE NOVEMBRO EM TODOS OS CINEMAS
03/11/2025
18/10/2025
15/10/2025
03/08/2025
EXPOSIÇÃO MUNDIAL DE OSAKA
THE FUTURE IS NOW
Curadoria de Andreia Garcia
Pavlilhão de Portugal na Exposição Mundial de Osaka
21/07/2025
EXPOSIÇÃO MUNDIAL DE OSAKA
"The Future is now"
Representação da arquitetura portuguesa na exposição mundial de Osaka
Curadoria de Andreia Garcia
"Num momento tão incerto, com uma política geoestratégica que assenta apenas no capital e não na felicidade do Homem, eu não estou muito otimista. O futuro próximo será distópico.
A palavra que escolho, é uma palavra composta: “não-lugar”. Esta palavra tem um duplo sentido: o “não lugar” de Marc Augé”, numa sociedade em que a nossa alienação à natureza e à comunidade é muito grande, onde os lugares serão repetidos, em série, pré-fabricados, num espaço sem alma, como refere Baudelaire ou Walter Benjamim e o "não lugar" como algo que ainda não existe.
Os lugares de um futuro próximo poderão estar ausentes de memória, atmosfera, e de vivências. Lugares descartáveis, de consumo rápido de uma vida apressada do quotidiano, onde a vida, a real e virtual, podem não melhorar e agudizar-se naquilo que tem de menos positivo. A nossa vida virtual está a vencer-nos, a retirar-nos o espaço da vivência ao retirar o espaço do percurso até ao destino.
No entanto, a falta de sentimento de pertença é tanta, que julgo que este modelo de sociedade irá entrar em falência. E nessa altura, o futuro será comunitário, igualitário e mais humano. Onde ainda compreenderemos a humanidade como uma única família, onde as fronteiras serão esbatidas e os genocídios não se perpetuarão, como acontece nos tempos obscuros que correm.
“A arte serve para tornar as pessoas livres”.
Joseph Beys
Dando um segundo significado à palavra “não-lugar”, remeto-a para a sua origem, escrita pela primeira vez por Thomas More. As duas palavras que deram origem à palavra UTOPIA: "u-topos" (em grego), significam "não-lugar", "lugar inexistente" ou "bom lugar".
Eu escolho o "bom lugar", como a utopia do futuro."




















































